UNICEF Brasil - instagram lists #feedolist

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Abdo Gonzalez, 35 anos, e sua filha Paula, 14 meses, moram em Assunção, Paraguai. O conselho que ele dá aos pais é: “Eles crescem tão rápido! Você precisa compartilhar cada segundo com seu bebê.” #DiaDosPais

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Ruth Lafleussante, 19 anos, é cuidadora do Centro de Tratamento Ebola de Butembo, na República Democrática do Congo. Ela sobreviveu ao ebola e ficou imune à doença. Agora, Ruth aproveita essa imunidade para ajudar, brincar e alimentar crianças com o vírus, e que também têm mães com a doença. A mãe de Christ-Vie, de 7 meses, faleceu há alguns dias e, embora sua família deva buscá-la em breve, o UNICEF apoia seus cuidados nesse meio tempo. #paracadacriança, todos os cuidados 💙

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Mohammad Jahirul, de 28 anos, trabalha longas horas como bombeiro em uma fábrica de roupas em Dhaka, Bangladesh, mas o ponto alto de seu dia é voltar para casa para ler histórias com sua filha Jisha, de 3 anos. . . Ser pai é o trabalho mais importante do mundo. Durante os primeiros 1.000 dias, os pais têm uma oportunidade única na vida de desenvolver o cérebro de um bebê e moldar a capacidade de uma criança para aprender e crescer. . . Todos os pais querem dar aos filhos o melhor que podem. Mas muitos não têm escolha senão trabalhar intensamente para sustentar suas famílias. Para ajudar os pais a terem tempo e apoio para educar crianças felizes e saudáveis, o UNICEF trabalha com governos e empresas de todo o mundo para investir em políticas favoráveis à família. . . #ParaCadaCriança, família #DiaDosPais

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Alan Vieira da Silva, 26 anos, é morador do Brooklin, Zona Sul de São Paulo. Ele vê nos encontros da Plataforma dos Centros Urbanos (PCU) uma oportunidade de organizar e melhorar a qualidade de vida das comunidades. O UNICEF realizou um encontro vibrante para comemorar os 10 anos da PCU. O evento aconteceu em SP e reuniu jovens que participam da iniciativa desde sua primeira edição. Eles contaram histórias e narraram suas atuações para garantir os direitos de crianças e adolescentes que vivem nos territórios mais vulneráveis.

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A Semana Mundial da Amamentação é celebrada anualmente de 1 a 7 de agosto para destacar a importância crucial do aleitamento materno para #crianças em todo o #mundo. A #amamentação proporciona às crianças o início mais saudável de #vida e é uma das formas mais simples de garantir que todas sobrevivam! ©UNICEF/UN0241735/Dejongh #Breastfeeding

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“Enxergamos dentro das nossas comunidades a necessidade da fala do jovem, do empoderamento, porque, quando precisávamos nos colocar como sujeito de direito e de fala, percebemos que não tínhamos voz”, Vinicius Balduino, 26 anos, Itaquera, Zona Leste de São Paulo. O UNICEF realizou um encontro vibrante para comemorar os 10 anos da PCU. O evento aconteceu em São Paulo e reuniu jovens que participam da iniciativa desde sua primeira edição. Eles contaram histórias e narraram suas atuações para garantir os direitos de crianças e adolescentes que vivem nos territórios mais vulneráveis.

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BTS e UNICEF juntos no Dia Internacional da Amizade. Compartilhe o amor e a gentileza. Pelo fim da violência nas escolas #LoveMySelf #ENDviolence #FriendshipDay

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Laudiceia Torres, de 27 anos, é moradora da Vila Nova Cachoeirinha, Zona Oeste de São Paulo, e foi uma das participantes da Plataforma dos Centros Urbanos (PCU). Ela relembra como essa atuação a transformou: “Olhando dez anos para trás com os projetos do UNICEF e da Viração, eu aprendi a reivindicar meus direitos e a saber onde posso buscar por eles. Criar e participar de projetos me ajudou a ganhar conhecimento”, conta. O UNICEF realizou um encontro vibrante para comemorar os 10 anos da PCU. O evento aconteceu em São Paulo e reuniu jovens que participam da iniciativa desde sua primeira edição. Eles contaram histórias e narraram suas atuações para garantir os direitos de crianças e adolescentes que vivem nos territórios mais vulneráveis.

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Malado Diarra nasceu sem complicações e com boa saúde. Seu irmão mais velho contraiu malária quando criança, mas, graças, aos treinamentos de higiene e água limpa fornecidos pelo UNICEF na unidade de saúde, ela correu menos risco de contrair essa doença perigosa ou outras infecções. Malado e sua família moram na aldeia de Koumantou, no Mali. © UNICEF/UN0188888/Njiokiktjien #paracadacriança, saúde

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🧸 #Crianças brincam e aprendem em um centro de desenvolvimento da primeira #infância, apoiado pelo #UNICEF, na #Mongólia. O Programa de Desenvolvimento Infantil do UNICEF melhora a #educação, investe na formação de #professores e fornece materiais aprendizagem. #PrimeirosMomentosImportam

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O #UNICEF está preocupado com a situação da #Venezuela. Cerca de 3,2 milhões de #meninas e #meninos – ou 1 em cada 3 crianças venezuelanas – precisam de assistência humanitária. Nos últimos 12 meses, já enviamos 200 toneladas de suprimentos ao país, incluindo nutrientes, #vacinas e kits escolares. #paracadacriança, dignidade

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#ParaCadaCriança, amizade 🧒🏿👶🏽👧🏻🧒🏼👶🏻👧🏼🧒🏽 #ParaCadaCriança, UNICEF 💙 Feliz #DiaDoAmigo

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Assim ficará o nosso embaixador @olazaroramos daqui a uns bons anos, como ele mesmo disse, parecido com o Morgan Freeman ou com o Danny Glover 😆 Seja como for, esperamos que ele continue com esse lindo trabalho de proteção a crianças e adolescentes por muitos e muitos anos! 💙

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Hoje é comemorado o Dia Internacional de Nelson Mandela, quando o ativista contra o apartheid completaria 101 anos. Defensor da justiça e da igualdade, Mandela inspira o mundo por seu exemplo de coragem e compaixão. 🇿🇦

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Recebemos hoje no nosso escritório de #Brasília a visita especial da @ThaynaraOG. Ela veio entregar o cheque simbólico com o valor arrecadado pelo @SãoJoãodaThay à representante do #UNICEF no Brasil, @BauerFlorence Os recursos gerados pelo evento serão utilizados em iniciativas que melhorem a qualidade de vida de meninos e meninas do Maranhão, segundo estado do Nordeste com a maior probabilidade de as crianças morrerem antes de completar 1 ano de vida. Em parceria com o Governo do Maranhão, identificamos 52 municípios considerados prioritários pelo desafio que representam seus indicadores relacionados à infância. A doação do #SãoJoãodaThay será utilizada nessas áreas, para contribuir com a redução da mortalidade maternal e infantil. Muito obrigado, Thay. Graças a esse tipo de apoio conseguimos melhorar a vida de milhões de crianças no mundo todo!

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O rapper Filipe Trindade, 27 anos, encontrou na música e no projeto Viva Melhor Sabendo Jovem um jeito de ser ele mesmo e de enfrentar o preconceito por viver com HIV. Os pais dele morreram por problemas decorrentes da aids. Criado pela avó paterna, logo na infância ele sofreu preconceito por ser soropositivo. Na adolescencia, Trindade começou a frequentar rodas de conversas e descobriu que existiam outras pessoas que eram assim como ele. Por meio da música, ele encontrou uma maneira de se expressar com mais naturalidade sobre o assunto. Apaixonado pelo rap, o jovem decidiu aliar seu maior hobby com àquilo que tanto o distanciava dos outros, mas que, ao mesmo tempo, o fazia se encontrar consigo mesmo. Seu sentimento de liberdade, de falar abertamente e em público sobre o HIV, os preconceitos que enfrentou, trouxe a questão de ser ativista. Foi então que a diretora da ONG Ânima Educação viu no projeto Viva Melhor Sabendo Jovem uma oportunidade para Trindade. “O projeto foi um grande pontapé para mim. Gosto de preencher fichas porque é possível conhecer as pessoas e entender melhor a sociedade”, conta. Durante uma ação no centro de São Paulo, Trindade abordou uma mulher que havia contraído o vírus do ex-marido. Quando ele falou também sobre sua soropositividade, sentiu que a moça ficou mais tranquila e se reconheceu. “Antigamente o HIV tinha uma certa “cara”, como o Cazuza: magro, debilitado e fraco. Hoje não tem mais isso, as pessoas olham para mim e falam ‘Nossa! você tem HIV? Nem parece’, e eu falo: ‘precisa parecer?’”.

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Aos 6 anos, Marlene Perez deitou pela primeira vez na cadeira de dentista. Desconfiada com as luzes, os cheiros e barulhos, a menina warao aguentou sem reclamar – muito – a sessão que abria para ela um mundo de descobertas. Felipa Perez, avó da menina, acompanhou atenta o tratamento. Aos 59 anos, era também a primeira vez dela em um consultório odontológico. Felipa deixou a comunidade Cuberuna, na Venezuela, com o marido, os nove filhos e cinco netos em direção ao Brasil ainda em 2017. A família de indígenas waraos morou algum tempo em um acampamento indígena montado ao lado da rodoviária do município de Pacaraima (RR), até conseguir refúgio no abrigo para indígenas na capital. Mesmo com a memória pouco precisa para datas e prazos, ela não esquece o motivo que os fez sair de casa: "Meus netos estavam morrendo de fome. Só tínhamos banana para comer". Em Boa Vista , o UNICEF, em parceria com a ADRA Brasil, fornece assistência odontológica para mais de 300 crianças indígenas. ©UNICEF/BRZ/João Laet #ParaCadaCriança, saúde #OperacaoAcolhida

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Rafael Barbosa, 18 anos, é morador da Penha, Rio de Janeiro. Nas horas livres, é dançarino, pratica teatro, judô e capoeira. Ele fez parte da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde (RAP da Saúde) e está envolvido em diversas atividades promovidas pelo UNICEF. Rafael cursa o 3º ano do ensino médio, mas encontra, diariamente, dificuldades por causa da violência no trajeto de ir e vir para a escola. Ele sonha com uma educação que proteja contra a violência do dia a dia: “A primeira coisa que vem à minha cabeça é não ter que enfrentar tiroteio para chegar à escola”. - - - Aluna do 1º ano do ensino médio, Bárbara Tavares tem 16 anos e mora no Centro do Rio de Janeiro. Ela relata a discriminação que acontece, inúmeras vezes, contra estudantes das escolas públicas no transporte do Estado. “Para mim, uma educação que protege é o motorista de ônibus não passar direto quando vê um grupo de alunos da escola pública esperando no ponto”. Bárbara fez parte da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde (RAP da Saúde) e hoje participa de diversas atividades promovidas pelo UNICEF. Atualmente, lidera o projeto Buquê de Inclusões que tem como objetivo incluir surdos e cegos no ambiente escolar. - - - Enfrentar a violência no entorno das escolas do Rio de Janeiro é, infelizmente, uma realidade para João Lucas Pereira, morador da Zona Oeste. Ele cursa o 2º ano do ensino médio e espera uma educação mais protetiva, que acolha os estudantes: “Quero uma escola que nos abrace depois de sofrer tanta violência contra a comunidade e não virar as costas”. João Lucas participou do Projeto Aluno Presente, da Rede de Educação com Adolescentes (RECA) e participa de as atividades com o UNICEF desde 2016. ©️UNICEF/BRZ/Rafael Duarte #educaçãoéproteção

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Uma jovem olha através de um buraco na parede causado por conflitos em uma escola em Ramadi, Ambar. Cerca de 3,5 milhões de crianças iraquianas em idade escolar estão sem poder estudar, o que significa que elas correm maior risco de casamento precoce, trabalho infantil e recrutamento de grupos armados. O UNICEF trabalha para apoiar a limpeza e a reconstrução de 100 escolas na região e para garantir que cada menina e menino possam estudar. #ParaCadaCriança, educação

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#sextou ParaCadaCriança, diversão 😜🛴🧸⚽🛹💙

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O #tbt de hoje é com a nossa parceira @thaynaraog. O trabalho que ela desenvolve com o @saojoaodathay é muito importante e contribui para mudar a realidade de vida das crianças maranhenses. Thaynara visitou com a gente comunidades do Maranhão que serão beneficiadas pelos recursos arrecadados com o São João da Thay. Na foto, ela aparece com a Ivanete e seu filho, Ícaro Levy, que tem 1 ano e 8 meses e foi um dos Bebês Prefeitos de Bequimão-MA. Para receber o título, a criança deve ter sido a primeira a nascer no município durante a Semana do Bebê e a mãe precisa cumprir requisitos, como: ter mais de 20 anos; ter feito pelo menos 7 consultas no pré-natal; ter tido o bebê, preferencialmente, por parto normal; e estar amamentando. A criança também precisa ser registrada ainda na maternidade. ©️UNICEF/BRZ/Raoni Liborio Valeu, Thay! 💙

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“Bom dia, boa tarde, boa noite”, “Como está você?”. Essas são algumas das primeiras frases em português que a venezuelana Sara Batis, de 10 anos, aprendeu desde que chegou ao Brasil. Ela está aprendendo o idioma no espaço de aprendizagem implantando pelo UNICEF, em Boa Vista (RR). “Sempre fui muito dedicada aos estudos. Para o meu futuro, sonho em ser médica para ajudar as pessoas”, disse Sara. 👩🏽‍⚕💙 ©️UNICEF/BRZ/João Laet

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O UNICEF promove há mais de 70 anos os direitos e o bem-estar de crianças e adolescentes. Estamos em mais de 190 países desenvolvendo ações humanitárias para que cada menino e menina tenha uma vida melhor. 🌟 💙 #ParaCadaCriança, todos os direitos

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No Malawi, Moçambique e Zimbábue, famílias enfrentam a devastação causada pelos ciclones Idai e Kenneth. Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistência urgente. O UNICEF está na região e fornece suprimentos de emergência para ajudar os deslocados pelas enchentes. 💧⛺🍚💉 © UNICEF/UN0320706/Oatway #DOEAGORA https://uni.cf/2IOjKDc

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José Lopez, de 20 anos, trabalha como monitor de água, saneamento e higiene (WASH, na sigla em inglês) do UNICEF e de sua parceira ADRA Brasil em um abrigo para imigrantes venezuelanos em Roraima. Entre suas atividades está o acompanhamento periódico da qualidade da água que chega aos abrigos. Há, também, a coordenação de comitês de WASH responsáveis pela higienização dos espaços públicos e pela manutenção de bebedouros. 💦 O jovem hoje vive em uma casa alugada, mas, quando chegou ao Brasil, passou uma semana dormindo na rua e alguns meses vivendo em um abrigo só para homens. Quem o ouve falando sobre sistema de esgoto e escoamento de água, sobre nível de cloro e sobre a importância da higiene para evitar a transmissão de doenças não imagina que, quando ainda estava na Venezuela, José estudava administração. Foi nas capacitações realizadas pelo UNICEF que ele aprendeu sobre WASH e hoje ajuda os migrantes e, agora, trabalha com muita vontade para melhorar a vida dos migrantes abrigados. ©️ UNICEF/BRZ/João Laet #ParaCadaCriança, saúde

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@sofiacarson está no Brasil e nos ajuda na tarefa de acabar com a violência contra crianças e adoslecentes. 💙 #ParaCadaCriança, proteção

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Festa linda do @saojoaodathay para celebrar a cultura maranhense e juntar forças em prol das nossas crianças. #ParaCadaCriança, amizade

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👣Para milhões de crianças, viajar não é uma escolha. Muitas vezes elas precisam deixar a família, os amigos, a escola e percorrer milhares de quilômetros em busca de um local seguro para recomeçar. 💙 #DiaMundialDoRefugiado #RefugeeDay #AChildIsAChild

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Aos 20 anos, o venezuelano José Lopez resolveu sair de casa e buscar no Brasil uma vida melhor. Em Roraima, ele uniu a paixão que tem por conhecer coisas novas com a de ajudar as pessoas. Atualmente, ele trabalha como monitor de água, saneamento e higiene (WASH, na sigla em inglês) em um refúgio que abriga mais de mil venezuelanos. Em um trabalho que envolve muitas responsabilidades, José considera a parte de mobilização e educação da comunidade a mais importante. “Sempre falo nas reuniões de WASH: A gente pode arrumar muita coisa nas instalações e estrutura dos abrigos, mas se não alcançar a mente e o coração das pessoas não teremos nada, não vamos conseguir nada”. Sem dúvida o verbo que define José é ‘vontade’. Vontade de buscar e construir uma vida melhor, de aprender, de se mostrar e ser capaz, de ajudar o próximo durante o seu percurso e de impactar a vida de quem passa pelo seu caminho. © UNICEF/BRZ/João Laet

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Hoje é dia de encontrar as amigas e os amigos! ✋🏼👩🏾‍🦱👧🏼🧒🏽🧒🏻 #ParaCadaCriança, amizade

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Felipe trabalhava aos 8 anos. Foi no NUCA [Núcleo de Cidadania dos Adolescentes, ação do Selo #UNICEF] que ele descobriu que aquilo era uma violação de direitos e decidiu lutar contra o trabalho infantil para proteger outras crianças e outros adolescentes. 12 de junho é Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Milhares de meninos e meninas ainda trabalham no Brasil. O trabalho infantil deixa marcas que, muitas vezes, tornam-se irreversíveis e perduram até a vida adulta. Traz consequências à saúde, à educação, ao lazer e à convivência familiar. © UNICEF/BRZ/Raoni Libório. 2,8 milhões de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos estão fora da escola no Brasil. 📒 Criança não deve trabalhar, infância é para sonhar! 🎈 #InfanciaSemTrabalho #BrasilSemTrabalhoInfantil

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Os conflitos no noroeste da Síria forçaram centenas de milhares de pessoas a abandonar suas casas em busca de áreas mais seguras. Esse deslocamento deixou pelo menos 134 crianças mortas e mais de 125 mil pessoas refugiadas desde o início deste ano. Cerca de 43 mil crianças estão fora da escola e os exames finais precisaram ser adiados, afetando a educação de 400 mil estudantes. O #UNICEF está na região e cuida das crianças com as clínicas móveis de saúde, vacinação e nutrição. Também dá apoio psicossocial e fornece suprimentos de água e saneamento. © UNICEF/UN0318500/Watad #ParaCadaCriança, segurança 🏠💙

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Dylannd chegou ao Brasil abaixo do peso. Ele e sua família cruzaram a fronteira com a Venezuela em busca de uma vida melhor. Lá, em sua terra natal, as refeições eram limitadas a uma vez por dia e isso preocupava a mãe, Schirlys, de 24 anos. Assim que chegou em Roraima, ele recebeu suporte dentro do abrigo e passou por uma avaliação nutricional realizada pelo #UNICEF e pela ADRA Brasil. Dylannd tomou suplemento alimentar e foi acompanhado pelos monitores de saúde e nutrição. Hoje, com o peso ideal, o menino não poupa energia para brincar e dar risada. “Ele sempre foi o mais quieto, mesmo quando ia para creche na Venezuela, mas aqui ele já acorda cantando de manhã”, conta a mãe. ©UNICEF/BRZ/Brenda Hada #ParaCadaCriança, o direito à saúde #OperacaoAcolhida

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Às vezes, todos nós precisamos de ajuda. Vamos tentar ser respeitosos, amáveis e solidários. Juntos, podemos construir um mundo melhor. #ParaCadaCriança, #UNICEF Bom fim de semana! 🌎👶🏽👧🏼🌈

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Orlando Bloom, embaixador do #UNICEF, visitou crianças atingidas pelo Ciclone Idai e Kenneth em Moçambique. O ator viajou para Beira, uma das áreas mais afetadas pelo ciclone Idai, que matou mais de 600 pessoas e destruiu quase 240 mil casas em março deste ano. "É incrível ver as crianças, que já passaram por isso, ganharem um senso de normalidade nos espaços seguros estabelecidos pelo UNICEF, onde eles são livres para cantar, dançar, brincar e ser apenas crianças", disse Bloom. O UNICEF está apoiando as famílias atingidas pelos ciclones a voltarem para casa ou se mudarem para locais mais seguros. Também está fornecendo serviços de saúde, nutrição, educação, água e saneamento e proteção. 1,1 milhão de crianças continuam precisando urgentemente de ajuda humanitária nesses locais devastados pelos ciclones. ©️UNICEF/UN0316580/Prinsloo DOE AGORA: http://secure.unicef.org.br

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A família de Schirlys, de 24 anos, chega aos poucos ao Brasil. A decisão de cruzar a fronteira com a Venezuela aconteceu na urgência, com poucas malas e muitas incertezas. “Tinha medo de que uma hora não teríamos nada para comer”, conta ela, que está grávida do terceiro filho. No abrigo em Roraima, ela faz acompanhamento pré-natal, os meninos receberam vacinas e, no Espaço Amigo da Criança – local montado dentro do abrigo pelo #UNICEF em parceria com a Visão Mundial – eles brincam e se divertem. Os meninos também passaram por uma avaliação nutricional realizada pelo UNICEF e pela ADRA Brasil. Na época, foi constatado que Dylannd, o filho mais velho, estava abaixo do peso. Ele tomou suplemento alimentar e passou a ser acompanhado com frequência pelos monitores de saúde e nutrição, até se recuperar. Agora, já com o peso ideal, ele não poupa energias para brincar. #ParaCadaCriança, #atenção e #cuidado ©UNICEF/BRZ/Brenda Hada

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Hoje, 4 de junho, é Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão. Criada pela ONU em 1982, a data alerta para o sofrimento das crianças que são vítimas de agressões e de violações de direitos. No Brasil, a taxa de homicídios de adolescentes tem sido mais alta do que a da população em geral. A cada hora morre assassinado no País mais de uma criança ou adolescente. Há um perfil claro dos adolescentes mortos: são, em sua maioria, meninos negros, pobres, moradores das periferias.

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Visitamos nesta semana, junto com @Thaynaraog, algumas comunidades maranhenses de municípios inscritos no Selo #UNICEF e que serão beneficiadas pelo #SãoJoãodaThay. O Maranhão é o segundo estado com a maior probabilidade das crianças morrerem antes de completar 1 ano de vida. Você pode mudar essa realidade, toda ajuda é bem-vinda para salvar as nossas crianças. #paracadacriança, o direito de crescer. © UNICEF/BRZ/Raoni Libório

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Hoje é dia de correr pro abraço. Bom fim de semana! #ParaCadaCriança, carinho e diversão #Sextou!

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Integrante do Viva Melhor Sabendo Jovem, o estudante Renato tem um grande papel no projeto durantes as ações de campo: dar o resultado para as pessoas testadas e atuar como aconselhador. Para ele, o mais importante é levar a informação para o público, explicar sobre o HIV/aids e as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), testagens, prevenção, e convencê-las a, em caso positivo, aderir ao tratamento. O jovem diz que sente muitos desafios ao vestir essa camisa, mas acredita na força de uma palavra: confiança. “Eu sinto a transformação nas pessoas quando eu consigo responder as dúvidas que elas têm. Elas olham para você de forma diferente. Você consegue passar confiança sobre o que está falando”, relembra. Além de abordar, passar conteúdo, aconselhar e explicar como funciona o tratamento, Renato atua muito fortemente como ouvinte. “Conversamos muito com as pessoas e entendemos que elas realmente precisam disso. Às vezes, aquele momento de ouvi-las sobre sua vida é o suficiente. Esse peso que elas tiram delas é grande”, relembra. Hoje, o que faz os olhos de Renato brilharem é estar mais perto da profissão e da carreira de assistente social que deseja trilhar. Com muitos desafios no dia a dia do projeto, o jovem sente sua transformação pessoal na pele. © UNICEF/BRZ/João Gil

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Desde que chegaram ao Brasil, em novembro de 2018, os filhos de Rutzelis participam das aulas no Espaço de Aprendizagem montado pelo UNICEF e pela Fraternidade – Federação Humanitária Internacional na paróquia de Pacaraima. "Voltar para a escola é uma conquista importante para eles", avalia a mãe. A novidade de 2019 é que professores municipais estão ministrando aulas no espaço que, em breve, será considerado oficialmente parte da Escola Municipal Alcides da Conceição Lima, graças ao trabalho de advocacy realizado com a Secretaria Municipal de Educação para a inclusão de crianças venezuelanas na escola regular. Depois da escola, Ruskerlyz volta para o abrigo no período da tarde e as atividades continuam. A menina costuma brincar com os amigos no Espaço Amigo da Criança criado no Janokoida pelo UNICEF com a Fraternidade. O local oferece apoio psicossocial e é usado para garantir às crianças o direito de brincar. Também fazem parte da programação da tarde de Ruskerlyz ações de educação ambiental e de higiene, como a limpeza na estação de lavagem de mão e o plantio de flores que são colocadas pelo abrigo. Essas ações fazem parte do programa de água, saneamento e higiene (WASH, na sigla em inglês), realizado pelo UNICEF em parceria com a ADRA Brasil. Ainda com a ADRA, um programa de saúde e nutrição garante que, assim como Ruskerlyz, todas as crianças, todos os adolescentes e todas as grávidas do Janokoida tenham acesso aos serviços públicos de saúde, estejam com o calendário de vacinas atualizado e tenham o estado nutricional constantemente monitorado para evitar casos de má nutrição. A assistência humanitária recebida faz com que a mãe se sinta mais confiante com relação ao futuro da menina e de seus outros filhos. "Sinto que eles estão seguros e podem se divertir um pouco, ser criança. É por eles que estou aqui no Brasil. Quero que estudem e sejam alguém na vida, que sejam mais do que fui". Mesmo pequena, Ruskerlyz já sonha em crescer e dar continuidade a corrente do bem em que foi envolvida. Inspirada pela mãe, ela pensa em ser enfermeira quando crescer. "Quero ajudar as pessoas". © UNICEF/BRZ/Inaê Brandão

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Feliz Dia das Mães! Uma homenagem do #UNICEF.

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Os crescentes conflitos na Síria forçaram 150 mil pessoas a deixar suas casas para fugir da violência nas províncias de Aleppo e Idlib nas últimas duas semanas. Hospitais e escolas também foram atingidos. Os conflitos também forçaram parceiros do UNICEF a suspenderem programas que fornecem água segura, saneamento adequado e higiene para as comunidades afetadas nessas áreas. As famílias estão fugindo para os já lotados acampamentos que abrigam deslocados internos, perto da fronteira turca.O UNICEF está trabalhando em colaboração com os parceiros para garantir o apoio básico às crianças afetadas.

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Quem vê Nelwin hoje não imagina que, há quatro meses, quando a equipe de saúde e nutrição do UNICEF e da @adrabrasil conheceu o menino, a situação era bem diferente. Ele não andava e tinha parado de engatinhar, não brincava e não tinha força para comer. Venezuelanos indígenas da etnia warao, a família chegou ao Brasil em setembro de 2018. Logo após completar 1 ano, Nelwin ficou doente e começou a perder peso. O primeiro contato com a euipe de enfermeira, nutricionista e monitores de saúde do UNICEF e da ADRA teve o primeiro contato com ele em novembro. Na época, ele estava com muito baixo peso para a idade, desidratação e com sinais de perda de gordura corporal e de deficiências nutricionais. O risco para uma criança nessa situação é o retardo no desenvolvimento físico e cognitivo e, em casos mais graves, há chance de evolução do quadro para a desnutrição aguda, que oferece risco à vida. Com o acompanhamento diário, o quadro começou a ser revertido. O menino foi encaminhado ao médico, a carteira de vacinação foi atualizada, remédios antiparasitários foram administrados e foi implementada uma suplementação alimentar com auxílio da Prefeitura Municipal de Pacaraima e com o uso do NutriSUS, que faz parte da estratégia de fortificação alimentar com micronutrientes do governo federal brasileiro. Nelwin é uma das 280 crianças indígenas atendidas pela equipe de saúde e nutrição no Janokoida. Realizada a avaliação nutricional, os casos de crianças com baixo peso, com muito baixo peso ou que estão acima do peso são encaminhados para os serviços de nutrição municipais e passam a ser acompanhados de forma mais contínua. Os profissionais também garantem a todas as crianças do abrigo o direito ao acesso à saúde no Brasil por meio do Sistema Único de Saúde. Da mesma forma, todos os meninos e meninas do abrigo estão com a vacinação em dia. Além do Janokoida, a parceria na saúde do UNICEF e ADRA Brasil atende oito abrigos para venezuelanos em Roraima. O programa beneficia cerca de 2,5 mil meninos e meninas. © UNICEF/BRZ/Inaê Brandão

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Paulo Cléssio, 29 anos, faz parte do projeto @Viva Melhor Sabendo Jovem SP, que tem como objetivo ampliar o acesso de adolescentes e jovens entre 15 e 24 anos ao teste do HIV, a retenção ao tratamento em caso de positividade do(s) exame(s) e o acesso às informações sobre prevenção. Saiba por que Paulo acredita que projetos que têm a educação entre pares – de jovem para jovem – fazem a diferença: https://uni.cf/2JdQ4Bc #vivamelhorsabendo

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Em Boa Vista, 500 crianças venezuelanas e suas famílias ainda vivem em situação de rua enquanto aguardam vaga em um dos 11 abrigos para migrantes instalados na cidade. Jéssica*, de 6 anos, é uma delas. Sem destino certo no País, a menina dormiu com a mãe e o irmão de 14 anos na Rodoviária Internacional de Boa Vista por dois dias. Após a primeira noite na rodoviária, Jéssica teve uma surpresa pela manhã ao se deparar com um espaço preparado para recebê-la. “Quando vi que eles tinham jogos, saí correndo para brincar. Hoje fiz amigos e participamos de várias atividades. Gostei bastante e quero vir todo dia”, fala a menina. O Espaço Amigável da Criança onde Jéssica passou a tarde foi criado na rodoviária pelo UNICEF em parceria com a @VisaoMundialbr, para atender crianças e adolescentes que vivem próximo ao local. Ele é uma ferramenta usada em situações de emergência e tem como foco proteger e garantir o direito da criança de brincar. Com o início do funcionamento em fevereiro de 2019, cerca de 60 crianças são atendidas por dia no local, a maioria delas vivendo em situação de rua. Para os pais que buscam no Brasil um recomeço, o espaço é um local de apoio. “Fico contente porque aqui meus filhos não estão no sol e estão protegidos”, afirma a mãe de Jéssica. *O nome da criança foi alterado para preservar a identidade

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Indo de casa em casa na zona rural de Inajá (PE), agentes de saúde garantem a vacinação de crianças. Os atendimentos de saúde com foco na imunização de crianças de até 5 anos fazem parte das políticas públicas que devem ser priorizadas pelos municípios participantes do #SeloUNICEF. Saiba mais, link na bio. © UNICEF/BRZ/Adriano Nascimento

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Hoje é o Dia Mundial da #Educação, e nós estamos com o @institutonetclaroembratel para ajudar a garantir o direito de cada menina e cada menino de estar na escola, aprendendo e na idade certa. Junte-se a nós! #paracadacriança, educação de qualidade.